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MT GÁS APRESENTA PROJETO DE AMPLIAÇÃO DA REDE VIRTUAL

25/08/2006 às 14:17

Marcos Bergamasco/Secom-MT

Presidente da MT Gás, Helny de Paula, apresenta projeto de ampliação da rede virtual
O presidente da Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás), Helny de Paula Campos, acompanhado do empresário Aldo Locatelli, proprietário da rede de postos de abastecimento de combustíveis automotores Locatelli, apresentou nesta quarta-feira (19.07) o projeto de ampliação da rede virtual de abastecimento de gás natural veicular (GNV).

De acordo com Helny, a proposta atende a estratégia da MT Gás de ampliação e interiorização gradativa dos postos de abastecimento dentro de um raio de 200 quilômetros de Cuiabá que já dispõe de dois postos (Vip e Metropolitano) e em breve ganha mais um (Santa Elisa). Ao mesmo tempo, ainda segundo Helny, a proposta inicialmente contempla Rondonópolis, o primeiro município do interior a receber o GNV.

“Neste caso, como não temos canalização até lá, o posto seria abastecido virtualmente pelos contêineres transportados no caminhão da companhia. A previsão é de que isso aconteça em aproximadamente 20 dias e aos poucos abranja principalmente os municípios pólos do Estado, como Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Nova Mutum e outros”, ressaltou Helny, durante apresentação do projeto ao governador Blairo Maggi, no Palácio Paiaguás.

Helny disse que o município de Rondonópolis (210 km ao Sul de Cuiabá), logisticamente, é um ponto importante para a integração entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, Estados onde já existem redes maiores de abastecimento. “A pessoa que quiser ir a São Paulo poderá usar só o gás, numa viagem muito mais econômica. Para isso, ele abastecerá o veículo em Rondonópolis e depois em Campo Grande (MS) depois no Estado de São Paulo que possui uma ampla rede”, enfatizou.

O presidente da MT Gás disse ainda que, dentro dos planos de ampliação, está a aquisição de mais 25 contêineres, o que totalizaria 40, somados aos 15 que a companhia possui. Sobre a demanda, Helny revelou que atualmente existem em Cuiabá 1.400 veículos convertidos, o que já representa um consumo de 220 mil metros cúbicos de GNV por mês. Em relação a preços, Helny lembra que Mato Grosso tem vantagem. “Em Cuiabá o preço do metro cúbico na bomba é R$ 1,35 enquanto que em Mato Grosso do Sul este valor é de R$ 1,70, portanto muito superior ao nosso”, destacou.

Para o empresário Aldo Locatelli, o GNV é um combustível que veio para ficar. “O gás é irreversível e não vai parar”, destacou. Ele argumenta que um combustível que proporciona uma economia de 66% em média, em relação aos outros não pode ser desprezado”, assinalou. Ele ponderou que embora seja um combustível apropriado para empresas, vendedores, taxistas e outros condutores que utilizam o veículo para longas distâncias ou com bastante freqüência, ele funciona e tem credibilidade.

“Nós estivemos na Argentina e em São Paulo e comprovamos que funciona muito bem, destacou Locatelli. O empresário lembrou que as observações feitas pela MT Gás são no sentido do cuidado com as oficinas conversoras e de manutenção que precisam ser credenciadas, pois têm credibilidade no mercado”, frisou.

Fonte: ANDRÉ XAVIER/REDAÇÃO/SECOM

 

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